domingo, 17 de julho de 2011
TEORIA COGNITIVISTA
" A psicologia cognitivista preocupa-se com o processo da compreensão, trasnformação, armzenamento e e uso da informação envolvida na cognição, e tem como objetivo identificar padrões estruturados dessa transformação. Cognição é o processo através do qual o mundo de significações, isto é, atribue significados à realidade em que se encontra.Esses significados são pontos de partidas para atribuição de outros, originando, então, à estrutura cognitiva".
(Moreira e Masini, 1982, p.03).
NESTA PIADA, PODEMOS OBSERVAR A RELAÇÃO ENTRE OS PROCESSOS INTERNOS DA COGNIÇÃO E OS EVENTOS EXTERNOS AO HOMEM, DESCRITO NA PROPOSTA DE GAGNÉ.
Na aula de Matemática, a professora pergunta:- Havia três passarinhos no galho de uma árvore e você atira em um deles, quantos passarinhos ficam?Joãozinho pensou e respondeu:- Nenhum professora!- Como nenhum, Joãozinho? Se tinha três e você matou um, logo ficaram dois.- Não professora. É que com o barulho da arma, os outros dois voaram.A professora pensou e disse:- Taí, Joãozinho. Gostei da sua linha de raciocínio.O Joãozinho não perdeu tempo e mandou:- Professora, posso fazer uma pergunta, agora?- Claro!- Havia 3 mulheres tomando sorvete. A primeira estava mordendo o sorvete, a segunda o estava lambendo e a terceira o estava chupando. Qual das três era a casada?A professora pensou, pensou e respondeu:- A que estava chupando o sorvete.- Não professora. A que tinha a aliança na mão esquerda! Mas gostei da sua linha de raciocínio…
Ao longo da nossa vida adquirimos conhecimentos que valem como critério de raciocínio para a criação de novos conhecimentos, por isso que Joãozinho tinha uma visão diferente da professora.
(Moreira e Masini, 1982, p.03).
NESTA PIADA, PODEMOS OBSERVAR A RELAÇÃO ENTRE OS PROCESSOS INTERNOS DA COGNIÇÃO E OS EVENTOS EXTERNOS AO HOMEM, DESCRITO NA PROPOSTA DE GAGNÉ.
Na aula de Matemática, a professora pergunta:- Havia três passarinhos no galho de uma árvore e você atira em um deles, quantos passarinhos ficam?Joãozinho pensou e respondeu:- Nenhum professora!- Como nenhum, Joãozinho? Se tinha três e você matou um, logo ficaram dois.- Não professora. É que com o barulho da arma, os outros dois voaram.A professora pensou e disse:- Taí, Joãozinho. Gostei da sua linha de raciocínio.O Joãozinho não perdeu tempo e mandou:- Professora, posso fazer uma pergunta, agora?- Claro!- Havia 3 mulheres tomando sorvete. A primeira estava mordendo o sorvete, a segunda o estava lambendo e a terceira o estava chupando. Qual das três era a casada?A professora pensou, pensou e respondeu:- A que estava chupando o sorvete.- Não professora. A que tinha a aliança na mão esquerda! Mas gostei da sua linha de raciocínio…
Ao longo da nossa vida adquirimos conhecimentos que valem como critério de raciocínio para a criação de novos conhecimentos, por isso que Joãozinho tinha uma visão diferente da professora.
sábado, 16 de julho de 2011
Um Jeito Novo de Dar Notícia.
- Alô,aqui é o Aristides, o caseiro da sua Fazenda!
- O que houve Aristides, aconteceu alguma coisa grave?
- Nada não,doutor! Eu só queria avisar que o seu papagaio morreu!
- Meu papagaio? Aquele que ganhei o concurso no mês passado?
- Sim, ele mesmo!
- Puxa, que pena! eu havia pago uma pequena fortuna por ele... mas morreu de
que?
- Comeu carne estragada!
- Carne estragada? Quem deu carne estragada para ele?
- Ninguem... ele comeu de um dos cavalos que estavam mortos.
- Que cavalos?
- Dos seus cavalos puro-sangue! eles morreram de cansaço, puxando a carroça
d'água.
- Puxando carroça d'água? Que água?
- Para apagar o fogo!
- Fogo? Onde?
- Na sua casa.... uma vela caiu na cortina e ela pegou fogo.
- Vela? Mas quem foi acender a vela,se lá em casa tem eletricidade?
- Foi uma das velas do velório!
- Velório?
- É, o velório da sua mãe.... ela chegou aqui na fazenda de madrugada sem
avisar e eu atirei nela, pensando que era um ladrão!
- O que houve Aristides, aconteceu alguma coisa grave?
- Nada não,doutor! Eu só queria avisar que o seu papagaio morreu!
- Meu papagaio? Aquele que ganhei o concurso no mês passado?
- Sim, ele mesmo!
- Puxa, que pena! eu havia pago uma pequena fortuna por ele... mas morreu de
que?
- Comeu carne estragada!
- Carne estragada? Quem deu carne estragada para ele?
- Ninguem... ele comeu de um dos cavalos que estavam mortos.
- Que cavalos?
- Dos seus cavalos puro-sangue! eles morreram de cansaço, puxando a carroça
d'água.
- Puxando carroça d'água? Que água?
- Para apagar o fogo!
- Fogo? Onde?
- Na sua casa.... uma vela caiu na cortina e ela pegou fogo.
- Vela? Mas quem foi acender a vela,se lá em casa tem eletricidade?
- Foi uma das velas do velório!
- Velório?
- É, o velório da sua mãe.... ela chegou aqui na fazenda de madrugada sem
avisar e eu atirei nela, pensando que era um ladrão!
A fábula do Rato!
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se � vaca. E ela lhe disse:
- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
“Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.”
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se � vaca. E ela lhe disse:
- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
“Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.”
quinta-feira, 7 de julho de 2011
uatemsomdiu??
Na Língua Inglesa o "A" tem som de "e" como em "bad"(mau) ou tem som de "a"mesmo como em "car"(carro), e em nossa lingua o "A" tem som de "A", e o "U" tem som de "U" mesmo.
Piadinha boa!!
Um padre irlandês estava dirigindo até Nova Iorque e foi parado por excesso de velocidade. O policial sente cheiro de alcool no halito do padre, então, vê uma garrafa vazia de vinho no chão do carro. Ele diz:
-Senhor, voce esteve bebendo?
-Apenas água, diz o padre.
O Policial diz:
-Então porque estou sentindo cheiro de vinho?
O padre olha para a garrafa e diz:
- Meu Deus! ELE fez denovo!
-Senhor, voce esteve bebendo?
-Apenas água, diz o padre.
O Policial diz:
-Então porque estou sentindo cheiro de vinho?
O padre olha para a garrafa e diz:
- Meu Deus! ELE fez denovo!
Motivação para a Matemática
Joãozinho estava indo muito mal em Matemática.
Os pais já haviam tentado de tudo: aulas particulares, brinquedos educativos, centros especializados, terapia, nada adiantou.
Então ouviram dizer que havia uma escola de freiras no bairro que era muito boa e resolveram fazer mais uma tentativa.
No primeiro dia, Joãozinho voltou para casa com uma cara muito séria e foi direto para o quarto, sem nem mesmo cumprimentar a mãe. Ele sentou-se e estudou, estudou sem parar.
A mãe chamou-o para jantar. Ele jantou correndo e voltou imediatamente aos estudos. A mãe nem acreditava!
Isso durava já algumas semanas. Um dia, Joãozinho voltou para casa com o boletim e entregou para a mãe: nota 10 em Matemática!
A mãe não aguentou e perguntou: - Filho, me diz o que é que te fez mudar desta maneira? Foram as freiras? Joãozinho balança a cabeça negativamente. - O que foi, então? - insiste a mãe - Foram os livros, a disciplina, a estrutura de ensino, o uniforme, os colegas, O QUE É QUE FOI?
Joãozinho olhou para a mãe e explicou: - No primeiro dia de aula, quando eu vi aquele cara pregado no sinal de mais, eu vi logo que as freiras não estavam brincando!
Os pais já haviam tentado de tudo: aulas particulares, brinquedos educativos, centros especializados, terapia, nada adiantou.
Então ouviram dizer que havia uma escola de freiras no bairro que era muito boa e resolveram fazer mais uma tentativa.
No primeiro dia, Joãozinho voltou para casa com uma cara muito séria e foi direto para o quarto, sem nem mesmo cumprimentar a mãe. Ele sentou-se e estudou, estudou sem parar.
A mãe chamou-o para jantar. Ele jantou correndo e voltou imediatamente aos estudos. A mãe nem acreditava!
Isso durava já algumas semanas. Um dia, Joãozinho voltou para casa com o boletim e entregou para a mãe: nota 10 em Matemática!
A mãe não aguentou e perguntou: - Filho, me diz o que é que te fez mudar desta maneira? Foram as freiras? Joãozinho balança a cabeça negativamente. - O que foi, então? - insiste a mãe - Foram os livros, a disciplina, a estrutura de ensino, o uniforme, os colegas, O QUE É QUE FOI?
Joãozinho olhou para a mãe e explicou: - No primeiro dia de aula, quando eu vi aquele cara pregado no sinal de mais, eu vi logo que as freiras não estavam brincando!
Teste de Concentração
Faça o teste e veja se você tem boa concentração.
| 1. Escreva seu nome no quadrado ao lado | |
| 2. Você encontrou uma caixa de fósforo com apenas um palito. Num quarto há uma vela, um lampião e uma lenha. Qual você acenderia primeiro? | |
| 3. Você está participando de uma corrida e ultrapassa o segundo colocado. Em que posição você fica? | |
| 4. Você está dirigindo um ônibus para Salvador. Em uma parada descem 25 passageiros e seguem 20. Qual o nome do motorista? | |
| 5. Quantos animais de cada espécie Moisés colocou na arca? | |
| 6. Quantas vezes podemos subtrair cinco de 25? | |
| 7. O pai de Maria tem cinco filhas: Lalá, Lelé, Lili, Loló e ... | |
| 8. No dia 7 de setembro comemoramos o Dia da Independência. Em Portugal existe 7 de setembro? | |
| 9. Alguns meses têm 31 dias, outros apenas 30 dias. Quantos meses têm 28 dias? | |
| 10. Seis homens levam seis dias para cavar seis buracos. Quanto tempo levará um homem para cavar meio buraco? |
Cadê o 1 Real ?
Um problema matemático com implicações político-conjunturais.
Eu, Tu e Ele fomos comer no restaurante e, no final, a conta deu R$30,00.
Dividimos a conta e cada um deu R$10,00:
O garçom, muito esperto, pegou R$ 2,00 para ele e deu R$1,00 para cada um de nós.
No final ficou assim:
Há muitas hipóteses para o sumiço do um Real:
Eu, Tu e Ele fomos comer no restaurante e, no final, a conta deu R$30,00.
Dividimos a conta e cada um deu R$10,00:
- Eu: R$10,00.
- Tu: R$10,00.
- Ele: R$10,00.
O garçom, muito esperto, pegou R$ 2,00 para ele e deu R$1,00 para cada um de nós.
No final ficou assim:
- Eu: R$10,00 (-R$1,00 que foi devolvido) = eu gastei R$9,00.
- Tu: R$10,00 (-R$1,00 que foi devolvido) = tu gastaste R$9,00.
- Ele: R$10,00 (-R$1,00 que foi devolvido) = ele gastou R$9,00.
- Nós: R$27,00
- Garçom: R$2,00
- TOTAL: R$29,00
Há muitas hipóteses para o sumiço do um Real:
- Na verdade, os três amigos não estavam comendo, mas sim bebendo, e como todo bêbado, achavam que estavam sóbrios o suficiente para contar;
- O um Real foi gasto no pedágio entre o balcão e a mesa;
- Se a questão toda é essa eu dou o um Real e todo mundo fica feliz, arre!
- Havia um Corinthiano entre eles.
- O garçom entregou uma nota de dois e uma de um Real, porém, como eles moram no interior (em Santo António do Rio sem Peixe), não sabiam que uma nota de dois vale realmente dois Reais e não um;
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Fábula da Convivência.
Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais, não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinho, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!
É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe!
Para sermos uma equipe, "precisamos descobrir a alegria de conviver"
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinho, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!
É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe!
Para sermos uma equipe, "precisamos descobrir a alegria de conviver"
sexta-feira, 4 de março de 2011
É hora de se embriagar!
É hora de se embriagar!
É necessário estar sempre bêbado.
Tudo se reduz a isso; eis o único problema.
Para não sentirdes o horrível fardo do Tempo, que vos abate e vos faz pender para a terra, é preciso que vos embriagueis sem cessar.
Mas de quê? De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha.
Contanto que vos embriagueis.
E, se algumas vezes, nos degraus de um palácio, na verde relva de um fosso, na desolada solidão do vosso quarto, despertardes, com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são; e o vento, e a vaga, e a estrela, e o pássaro, e o relógio, hão de vos responder: É hora de se embriagar!
Para não serdes os martirizados escravos do Tempo, embriagai-vos; embriagai-vos sem tréguas!
De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha.
Tudo se reduz a isso; eis o único problema.
Para não sentirdes o horrível fardo do Tempo, que vos abate e vos faz pender para a terra, é preciso que vos embriagueis sem cessar.
Mas de quê? De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha.
Contanto que vos embriagueis.
E, se algumas vezes, nos degraus de um palácio, na verde relva de um fosso, na desolada solidão do vosso quarto, despertardes, com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são; e o vento, e a vaga, e a estrela, e o pássaro, e o relógio, hão de vos responder: É hora de se embriagar!
Para não serdes os martirizados escravos do Tempo, embriagai-vos; embriagai-vos sem tréguas!
De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha.
(Baudelaire)
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